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brincando e aprendendo



VAI COM DEUS MINHA AMIGA!



Escrito por gladis.maia às 22h07
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 OS BEBÊS NO MUNDO TODO SE EXPRESSAM COM AS  MESMAS CARACTERÍSTICAS LINGUÍSTICAS                                               

 Estudos de campo realizados na Inglaterra, Estados Unidos, Quênia,  França, México, Rússia , e tantos outros países - dão conta de que as crianças quando começam a falar não se limitam, simplesmente, a memorizar as frases que ouvem.

 F icou comprovado  que a fala das crianças é a mesma, em alguns aspectos, em qualquer parte do mundo, como se o ato da fala possuísse algumas propriedades e fases universais em seu desenvolvimento. 

 Roger Brown-  no livro O Desenvolvimento da Linguagem na Criança  - diz que as mais interessantes generalizações universais formam uma verdadeira gramática da sintaxe da fala infantil. Com gramática ele não está se referindo a um compêndio de regras estabelecidas, tidas como corretas, mas à questão importante e impressionante delas usarem algumas regras, sejam quais forem, as encontráveis na fala dos seus pais e das crianças mais velhas com quem têm contato, para construírem frases que nunca tinham ouvido antes. E isto é algo que invariavelmente  as crianças normais aprendem a fazer entre os 18 meses e os cinco anos de idade.

 Os estudiosos trabalham com vastas amostras  da fala espontânea de crianças: que vivem nos Estados Unidos,por exemplo,   mas aprendem o Filandês, como primeira língua; crianças que estão aprendendo o Samoano e mais uma língua maia chamada Tzeltal, nos altiplanos do México; crianças que estão aprendendo japonês; outras que aprenderam o inglês; o russo; o francês; crianças que aprenderam o inglês e o alemão simultaneamente; e muitas outras línguas.

 Conclui-se  que todas as crianças pequenas inventam palavras ou expressões que ninguém na família utiliza e mesmo entre as outras pessoas com quem convive. Isto demonstra que essa aprendizagem  não foi certamente copiada ou imitada.

 Este é o caso do Eu fazo! Pensem bem, se o verbo diz tu fazes, ele faz, nós fazemos, seria natural que fosse correto como a criança pequena fala.O verbo é que é irregular! Ao usarem tal forma estão corrigindo a irregularidade da língua e demonstrando incidentalmente que estão aprendendo regras gerais de construção. Exemplos deste gênero são comuns e interessantes de se observar nos alunos da Educação Infantil e com os filhos.

 Faltam na Fase 1 da aprendizagem da fala, as palavras funcionais - mesmo em contextos onde elas são obrigatórias na linguagem adulta - quer se trate do Filandês, do Inglês ou do Samoano. Nesta fase a fala é sempre de conteúdo e formada principalmente de nomes e verbos.

 Cerca de 75% das frases parecem expressar, em qualquer língua, um limitado conjunto de operações e relações semânticas de: Denominação, Inexistência e Recorrência.

 A Denominação envolve a atribuição de nome a um referente, quando o próprio referente está presente e também a articulação de alguma palavra indicativa, como: Olha! (diz apontando algo); O cachorro!A relação de Inexistência expressa o desaparecimento ou o não aparecimento de algum referente: Cachorro acabou!  A Recorrência  solicita o reaparecimento de um referente: Mais cachorro!

 Depois temos as relações de lugar, posse e atribuição: Boneca cadeira!, para expressar que a boneca encontra-se sobre a cadeira.  Vestido mamãe! Desde cedo ela aprende que certos objetos e espaços pertencem a alguém. Bala boa!, dando o valor de um atributo.

 Também existem as relações Agente-Ação, Ação-Objeto e Agente-Objeto:  Mamãe costurando; Papá mamãe; Vovô carro!.

As operações semânticas e as relações estruturais do significado da maioria das frases da Fase 1 se prestam ao sucesso prático, em todas as línguas, numa ordem relativamente fixa. É como se a coisa mais óbvia para a criança a respeito de uma pessoa e de uma coisa fosse para a criança a sua interação.

A razão mais importante para se pensar que a criança pretende estabelecer relações é o fato de suas palavras serem produzidas numa certa ordem e que essa ordem é quase sempre apropriada à relação sugerida pelo contexto não-lingüístico. Por exemplo, se um gato está mordendo um cachorro ela não dirá, Gato morde cachorro!, mas : Gato morde!; ou Morde cachorro!; ou  Gato cachorro!.  

 Como diz Roger Brown, talvez o uso da linguagem para a espécie humana seja o que é enterrar nozes para o esquilo, pois se um deles for criado em isolamento, em relação à sua espécie, e sem oportunidade alguma para aprender como se enterram nozes, empenhar-se-á,  apesar de tudo,em cavar um buraco e em enfiar uma noz no chão na primeira vez que encontrar uma ou algum objeto que se pareça com uma noz. Tentará realizar esse padrão de ação-fixa, mesmo em circunstâncias muito adversas, como um piso de linóleo. Achei interessante e recomendo a leitura da obra. Namastê! Gladis Maia 



Escrito por gladis.maia às 23h06
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 BONS PROFESSORES EDUCAM PARA UMA PROFISSÃO,

PROFESSORES FASCINANTES EDUCAM PARA A VIDA!

 

 

 

 

 

                                                                          

 Augusto Cury, psiquiatra, cientista, autor de Inteligência Multifocal e diretor da Academia da Inteligência, um instituto que promove seminários, cursos e treinamentos de psicólogos, educadores e público em geral, sobre qualidade de vida e desenvolvimento da inteligência lógica, emocional e multifocal, no seu livro Pais brilhantes& Professores fascinantes, da editora Sextante – obra que nenhum professor deveria deixar de ler –  alerta a sociedade  da necessidade do resgate não só dos salários, mas da dignidade dos professores e sua saúde, pois a maioria dos mestres brasileiros está estressada, portadores que são da SPA, Síndrome do Pensamento Acelerado, que afeta também a maioria dos alunos.

 

Segundo ele, na Espanha as estatísticas revelam que 80% dos professores estão estressados. Na Inglaterra, o governo está tendo dificuldades para formar professores, especialmente para o Ensino Fundamental e Médio, porque poucos querem abraçar nossa profissão. No Brasil, 92% dos professores apresentam três ou mais sintomas de estresse e 41 % , dez ou mais.

 

Conforme suas palavras: - É um número altíssimo, indicando que quase a metade dos professores não deveria estar em sala de aula. Mas internada  numa  clínica antiestresse.Os números gritam. Eles indicam que os professores estão quase duas vezes mais estressados do que a população de são Paulo, que é uma das maiores e mais estressantes cidades do mundo.. Em são Paulo, 22, 9% da população apresenta dez ou mais sintomas de estresse. 

 

No capítulo DESTRUÍRAM  A QUALIDADE DE VIDA DO PROFESSOR ele dá seu recado às autoriadades: -  Que tipo de educação é esta que estamos construindo e que vem eliminando a boa qualidade de vida de nossos  queridos mestres? Damos valor ao mercado de petróleo, de carros, de computadores, mas não percebemos que o mercado da inteligência está falindo?  

 Vou tentar agora descrever sucintamente o que o psiquiatra chama de SPA,  Síndrome do Pensamento Acelerado: Ela é causada pelo excesso de estímulos proporcionados  pelos meios de comunicação (especialmente  a TV , independente do conteúdo que esteja transmitindo) e que acabam gerando  uma compulsão por novos estímulos no telespectador, que  numa tentativa de aliviá-la - semelhante ao  caso das drogas químicas, lícitas ou não, onde o uso das doses tende a ser cada vez maior -  se  insta a SPA . 

 

Cury afirma que há um século a velocidade dos pensamentos das crianças  era bem menor do que a atual, motivo pelo qual  o modelo de educação do passado,embora não fosse ideal, funcionava.

 

Os portadores de SPA adquirem uma dependência por novos estímulos e por isto eles se agitam na cadeira, têm conversas paralelas, não se concentram, mexem com os colegas. Como ele explica: -  Estes comportamentos são tentativas de aliviar a ansiedade gerada pela SPA. (...)  Pensar é excelente, pensar muito é péssimo. Quem pensa muito rouba energia do córtex cerebral e sente uma fadiga excessiva, mesmo sem ter feito exercício físico. Este é um sintoma. Os demais sintomas são: déficit de concentração;  irritabilidade; sofrimento por antecipação; sono insuficiente; aversão à rotina; esquecimento; e,  às vezes,  sintomas psicossomáticos acompanham,  tais como,  taquicardia, gastrite,   dor de cabeça,  dores musculares. A SPA seria uma hiperatividade de origem não-genética,funcional,  explica o professor.

 

 Além da TV, com seu natural excesso de estímulos visuais, o excesso de informações também é causa da SPA. Uma criança de 7 anos tem mais informações do que um adulto de 60 anos,  há um século atrás...

Outra causa está na paranóia do consumo e da estética que dificulta a interiorização. Isto tudo excita por demais esses jovens que é claro não querem, melhor dizendo não podem, assistir impávidos às nossas preleções, se não forem das mais animadas numa sala de aula.... A intranqüilidade da mente não o permite.  

 

A SPA compromete a saúde psíquica de três formas: ruminando o passado e desenvolvendo sentimento de culpa, produzindo preocupações sobre problemas existenciais e sofrendo por antecipação.

 

 Como diz Cury, não basta ser um bom professor, tem que ser fascinante,  para transformar a sala de aula num oásis e não numa fonte de estresse. Além de conhecer a alma humana, é preciso munir-se de ferramentas pedagógicas eficientes para conseguirmos  prender a atenção do  aluno, pois caso contrário alunos e professores estarão fadados à falta de comunicação necessária para que a construção do conhecimento se processe. Pensem nisso! Namastê! Gladis Maia



Escrito por gladis.maia às 17h33
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